IVb) Experiência Imaginativa como destino da Estética

Dutton sugere (não reconhece) que há um critério mais igual do que os demais: a experiência imaginativa emerge como o destino (a ambição) da Estética (e da Arte).
“…working out the differences in bearing that the items have on the artistic character of any object or performance is exactly what philosophical aesthetics ought try to achieve.” [...]

IVa) A Definição Naturalista da Arte

Dutton defende a sua lista como uma (a) definição da arte.
Reclama a universalidade essencialista e total dos CR, rejeitando a classificação da sua proposta como teoria sectorial (Gaut; Davies).  Esta definição poderá, eventualmente, ser empiricamente aperfeiçoada (quantidade, número), mas não epistemologicamente revista (qualidade, essência).
“…an object that possessed not a single feature on the list would [...]

IIIb) Propriedade Estética da Arte

Para Dutton, a existência de arte, a existência de propriedade estética numa dada produção deriva da verificação, coexistência e correlação dos CR.
“I reject…that possessing aesthethc properties is something that might be added to the list. To the contrary, it is the combination of the other items on the list…”

IIIa) Território Fundacional da Arte

Dutton invoca a necessidade (não a faculdade) de identificação entre os CR e o território fundacional da Arte e, consequentemente, da Estética e de identificação destas através daqueles.
Os CR constituem as características empíricas da Arte (e da Estética) porque constituem as características empíricas da respectiva realidade (do respectivo objecto).
“The recognition criteria tell us what we [...]

II) Proposição de uma Condição Empírica para a Estética

Dutton define 12 “Critérios de Reconhecimento” [CR] para identificação do território de acção da Estética, para identificação da arte.
Os 12 CR constituem a essência epistemológica definidora e diferenciadora da Estética, desenhando com precisão o respectivo campo empírico. Consequentemente, são susceptíveis de revisão empírica, mas não epistemológica, pois, conjuntamente, constroem as fundações neutras necessárias [...]

Ia) Proposição de fundação espistemológica naturalista da Estética

Estética refém de uma atitude epistemológica paradoxal:
- acesso a um amplo conhecimento (em termos espaciais e temporais);
- exercício de uma análise dotada de enormes graus de especificidade.
Ambição de revelação do Universo da Arte através da análise minuciosa das respectivas margens.
“…how odd that philosophical speculation about art has been inclined toward endless analysys of an infinitesimally [...]

Ia) Condição Contextual da Estética

“Aesthetic theories may claim universality, but they are normally conditioned by the aesthetic issues and debates of their own times” [p.367]
Dutton recusa a dimensão universal da Estética enquanto disciplina filosófica. Estabelece a respectiva [a)] dimensão contextual, dependente e ampliada pela(o)s [b) (p) referências (tes) autorais e pela insuficiência filosófica da [c] retórica lógica e sintática.
Posicionamento [...]