“Aesthetic theories may claim universality, but they are normally conditioned by the aesthetic issues and debates of their own times” [p.367]
Dutton recusa a dimensão universal da Estética enquanto disciplina filosófica. Estabelece a respectiva [a)] dimensão contextual, dependente e ampliada pela(o)s [b) (p) referências (tes) autorais e pela insuficiência filosófica da [c] retórica lógica e sintática.
Posicionamento epistemológico actual da disciplina limita a respectiva ambição transconceptual. Mais operativo para a produção de uma síntese de tipo hegeliana do que para a alimentação de uma espiral socrática.
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