Dutton defende a sua lista como uma (a) definição da arte.
Reclama a universalidade essencialista e total dos CR, rejeitando a classificação da sua proposta como teoria sectorial (Gaut; Davies). Esta definição poderá, eventualmente, ser empiricamente aperfeiçoada (quantidade, número), mas não epistemologicamente revista (qualidade, essência).
“…an object that possessed not a single feature on the list would not be a work of art, while an object that possessed all twelve of my features certainly would be.” [p.375]
Os CR definem o centro do objecto de Estética. Este centro enriquece as margens e aos enriquecer estas enriquece o centro. É um sistema tautológico. Existirá sempre lugar para as margens e estas, por mais marginais que sejam, nunca colocarão em causa o território consensualizado (por Dutton) antes o fortalecendo.
“…the institution of artworld simply proclaims a disputed object in or out. Recognition criteria make debate about borderline cases much more rich and rewarding. (…) To fault the list because it does not decisively sort out every hard case is to wish that aesthetics not have hard, marginal, or borderline cases at all. As this will never be so, the best aesthetic theory is one hat acknowledges it.“[p.375]
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