Dutton sugere (não reconhece) que há um critério mais igual do que os demais: a experiência imaginativa emerge como o destino (a ambição) da Estética (e da Arte).
“…working out the differences in bearing that the items have on the artistic character of any object or performance is exactly what philosophical aesthetics ought try to achieve.” [p.376]
Na verdade, aparenta ser esta a esta condição, aliada à natureza tautológica do sistema proposto, que se introduz como mecanismo superador da síntese hegeliana e da espiral socrática.
Arquivado em: Uncategorized